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quarta-feira, 19 de abril de 2017

O PODER ENCANTATÓRIO DA LITERATURA INFANTIL

De minha lista de Leituras de As Cortinas do Tempo

    

O poder encantatório da literatura infantil





*Por Ivana Maria França de Negri

            Por mais que a era da globalização se 
apresente cheia de novidades e ofereça farta e atraente gama de opções às crianças, tais como internet, videogames, livros virtuais, nada substituirá a magia de pegar um livro e lê-lo do começo ao fim. Aquele sentimento gostoso de cumplicidade, de sentar no cantinho preferido e degustar cada página gulosamente.
            Já no início do aprendizado das primeiras 
letras, quando já pode decifrar sozinha o código da 
escrita e dominá-lo, a criança adentra ao reino 
encantado dos livros. É um caminho sem volta ao 
mundo da fantasia e do sonho. 
Quando se pega o gosto de ler não se abandona jamais. 
É o melhor vírus que se pode adquirir e 
deixar-se contaminar.
            Quem não se lembra da emoção das primeiras leituras na infância? 
Até mesmo muito antes de aprender a ler, 
esse mundo nos era apresentado através 
das histórias da carochinha dos Irmãos Grimm ou de Andersen, que eram pacientemente contadas 
por nossos pais, tias e avós. 
Esses contos permitiam que adentrássemos 
o portal encantado onde fadas, anões, feiticeiros, heróis, príncipes e princesas viviam as mais apaixonantes aventuras. Aquilo tudo nos levava 
a um mundo tão maravilhoso, 
que, mesmo após nos tornarmos adultos, 
um cantinho dentro de nós ainda teima em manter 
viva essa memória que eventualmente aflora 
e dá vazão aos nossos sonhos.
Atualmente não se poupam críticas ao
   herói aprendiz de bruxo, Harry Potter, 
recorde de vendas na área de literatura 
infanto-juvenil, verdadeira febre mundial. 
Não se pode negar seu mérito, 
já que é tudo uma questão temporal. 
Monteiro Lobato criou o universo 
do Sítio do Pica-Pau Amarelo, 
num cenário bucólico e campesino de fazenda, 
bem ao gosto da época. 
Hoje, os heróis passeiam em aeronaves,
 conhecem galáxias, seres extraterrestres e 
viajam no tempo. 
Tudo faz parte do contexto de uma certa época da história. O que não se pode perder, de maneira alguma, é a magia, 
o magnetismo encantado que a leitura exerce 
no imaginário infantil.
            Nem só a parafernália virtual faz concorrência com os livros infantis, mas também existem 
as dificuldades econômicas que a população enfrenta. 
O livro não é um artigo barato, 
visto que é necessária uma edição bem feita, 
em boas editoras. 
Não é costume usual oferecer livros de presente 
às crianças em seus aniversários. 
Numa época em que tudo vem da China 
a preços “quase de graça”, pode parecer dispendioso dar um livro de presente a uma criança, 
quando uma  série de bugigangas descartáveis e inúteis 
é encontrada a preços imbatíveis. 
Como o livro é um artigo considerado durável, 
se bem conservado pode ser útil a várias gerações, 
deveria haver um estímulo dos governos nesse sentido. 
A propaganda poderia incentivar: - dê um livro de presente a uma criança e ela ganhará de presente o mundo! 
Para os menorzinhos, sempre há a opção das edições ilustradas, de vários materiais, 
indo do tecido ao plástico, laváveis, atóxicos, 
tudo adaptado à idade do pequeno leitor. 
O fascínio das figuras e desenhos sempre aguçará mais a fértil imaginação infantil.
            A prova de que a literatura infantil não morreu 
é a grande quantidade de autores especializados 
nessa área e o crescente interesse dos editores 
em obras inéditas e recheadas de novidades 
para essa exigente faixa de público.

            Incentivar a leitura é o instrumento que forjará 
o gosto de ler pelo resto da vida. 
Como dizia o poeta: “Feliz o que semeia livros...”

Rãzinha em Aquarela

Postado por M. Martins Santos

CULPAS












CULPAS

Nossas culpas são pesos sem amostras,
São as preteridas desculpas ao perdão,
Como dormir com mochila nas costas,
É tal incômodo de grandiosa turbação.

São laços que só travam os caminhos,
Destroem-nos o amor, nosso coração,
Achar o perdão dedicando teu carinho
Perdoando-se podes obter superação!

Venha Vosso Reino tão como na prece,
Perdoando na Terra a culpa do pecador:
Culpa é erro que em nossa alma aparece,
Ao errarmos o alvo da semente do amor.

Tomes  posse, do centro da tua Verdade,
Permitas fluir em ti, a altíssima deidade,

Sorrindo trace teu caminho para o perdão,
Sem hesitação, olhes a todos com afeição!



A ARTE DO BONSAI - GLOSSÁRIO

DICIONARIO DA ARTE BONSAI

A ARTE DO BONSAI


MAIS QUE UM SIMPLES HOBBY OU JARDINAGEM, UMA ARTE TERÁPICA DE ESCULTURAS VIVAS, PRAZER E BELEZA SE JUNTAM PARA PAZ E HARMONIA. ESTE GLOSSÁRIO É APENAS PARA UMA VISÃO DO UNIVERSO DO BONSAI




 Bonsai


DICIONÁRIO DO BONSAI

A

Akadama: Argila vulcânica granulada utilizada como substrato para bonsai. Aka significa “vermelha” e Dama
Ara-kawacho: Árvore com a casca áspera e enrugada.
Ara-ki: Árvore recentemente coletada e utilizada como material para bonsai.

B


Bonkei


Literato



Bankan: Tronco com muitas curvas.
Bonkei: Paisagem natural em uma bandeja, contendo rochas, plantas, figuras de animais, casas, etc.
Bunjingi: Estilo Literato. tronco com crescimento ereto informal, sem galhos, exceto no topo ou ápice.
C



Chocan

Chiu-Bonsai:
 Bonsai com altura entre 16 e 36 polegadas
Chokkan: Formal, ereto, tronco vertical, com copa piramidal e galhos distribuídos em todas as direções.
Chumono-Bonsai: Bonsai entre 16 e 36 polegadas



D


Dai-Bonsai: Bonsai com altura entre 30 e 48 polegadas
Daiki: Planta mãe. Planta-matriz, para a obtenção de sementes ou de estacas.

E


Jin

Eda-jin:
 Jin’s feitos artificialmente
Eda-nuki: Remoção de galhos indesejáveis.
Eda-uchi: Galhos distribuídos com harmonia.
Eda-zashi: Poda de galhos

F

Fukinagashi -Varrido pelo vento.



Fukinagashi: Varrido ou fustigado pelo vento.

G

Gobo-ne:
 Poda de raízes.
Gobo-tsuchi: Solo granulado.

H


                                     
Han-Kengai - estilo semi-cascata

                                                                     Hankan
  
Ha-gari: Pinçagem de folhas.
Ha-zashi: Poda de folhas.
Hachi-uye-Bonsai: Bonsai com altura entre 40 e 60 polegadas
Hamizu: Pulverizar as folhas com água.
Han-Kengai: Estilo “Semi-Cascata”.
Hankan: Bonsai com um tronco muito serpenteado.
Hariganekake: Aramar uma árvore.
Hokidachi: Estilo Vassoura. Tronco reto e sem curvas, com todos os galhos partindo de um mesmo ponto.
Honbachi: Bandeja para Bonsai.



I

Ikada:
 Estilo em forma de balsa. Árvore plantada horizontalmente, formando um bosque a partir dos galhos que crescem verticalmente.
Ikebana: Tesoura de bonsai com aparência bojuda e design bastante peculiar para os olhos de um ocidental.
Ishitsuki: Agarrado à Rocha. Bonsai enraizado numa rocha.

J

Jin:
 Galho ou parte de um tronco que morreu e permaneceu seco na árvore. Como primeira acepção: Deus ou Divindade japonesa. Topo morto de uma árvore.
Ju-sei: Crescimento da árvore.
Ju-shin: O topo da árvore.

K

Kabudachi: Tronco Múltiplo, crescendo a partir de uma raiz.
Kabuwake: Separando das raízes.
Kanju: Árvores de folha caduca.
Kannuki-eda: Um galho mal formado ou feio que deve ser eliminado.
Kansui: Rega.
Karikomi: Poda de galhos e folhas.
Katade-mochi-Bonsai: Bonsai com altura entre 10 e 18 polegadas.
Kengai: Em forma de cascata.
Keshitsubo-Bonsai: Bonsai com altura entre 1 e 3 polegadas
Kesho-tuschi: Solo decorativo. Pedrisco ou areia ornamental, para cobrimento do solo.
Keto-tsuchi: Turfa. Matéria orgânica formada pela decomposição de folhas e musgos dos ambientes aquáticos.
Ko-eda: Árvore com extremidades muito graciosas.
Kokejun: Tronco afunilado.
Komochi: Bonsai com troncos gêmeos.
Komomo-Bonsai: Bonsais com altura entre 6 e 10 polegadas.
Kuro-tsuchi: Terra preta.
Kuruma-eda: Ramo mal formado que deve ser cortado ou eliminado.
Kusamono: “Planta de assento”. Ervas plantadas em pequenos potes, bastante usadas como “acompanhamento” para os Bonsai.

M

Mame-bonsai:
 Bonsai de baixa estatura (menos de 10 cm)
Me-tsumi: Pinçar as folhas com as unhas.
Meiboku: Bonsai muito velho ou antigo.

Mi-momo: Bonsai que produz frutos.
Misho: Mudas obtidas a partir de sementes.
Misho-momo: Bonsai cultivado a partir de sementes.
Mizu-gire: Demasiadamente seco.
Mizu-goke: Musgo.
Moyogi: Ereto informal.

N

Ne-zashi:
 Corte ou poda de raízes.
Neagari: Bonsai com raízes expostas.



Nebari

Nebari: Raízes visíveis.
Nejikan: Bonsai com tronco retorcido.
Netsuranari: Raiz em forma balsa. Grupo de árvores que surge a partir de uma raiz horizontal.

O

Oki-goe:
 Fertilizante em grãos ou em pó.
Omono-Bonsai: Bonsai com altura entre 30 e 48 polegadas.
Oyaki: A planta mãe utilizada na técnica da alporquia.

P

Penjing:
 Arte chinesa que consiste em recriar uma paisagem numa bandeja.

R


Roboku: Bonsai velho e antigo.

S

Sabamiki:
 Bonsai com tronco partido.
Sabi: Aparência de antigo.
Saikei: Paisagem com rochas e árvores, mas sem nenhuma figura.
Sankan: Árvore com três troncos: pai, mãe e filho.
Sashi-ho: Estaca utilizada para propagação.
Sashi-ki: Propagação a partir de estacas.
Seishi: Bonsai em fase de educação.
Sekijoju: A árvore fica sobre uma pedra, com suas raízes descendo por esta e entrando no substrato da bandeja.
Sentei: Plantio de árvores.
Shakan: Inclinado.
Shari: Parte descascada de um bonsai.

Sharimiki


Sharimiki: Bonsai com tronco descascado.
Shizen: Naturalidade.
Shohaku: Árvores coníferas.
Shohin-bonsai: Bonsai com, no máximo, 15 cm de altura.
Shoki: Bonsai de espécies recolhidas através do Yamadori.
Sokan: Troncos gêmeos: pai e filho.
Suiban: Espécie de bandeja utilizada no cultivo de penjing e saikei. 
Sui = “água” e Ban = “bacia”.
Suiseki: Paisagem feitas com rochas, colocadas num suiban.

T

Tachia-gari:
 Parte de um tronco.
Tangei: Material para bonsai.
Tanuki-Bonsai: Bonsai falso, que utiliza na sua formação partes mortas de 
outras árvores. Não confundir com o uso, por exemplo, de galhos mortos,
para a composição de paisagens.
Tekishin: Remoção de gemas, rebentos.
Tocho-shi: Galho ou ramo com um crescimento muito grande.
Tokoname: Vaso Japonês.
Tokonoma: Tradição japonesa. Área de um lar, normalmente na sala de visitas, 
para a exposição dos bens mais valiosos, entre eles Bonsais
Toriki: A técnica de se obter um bonsai a partir de uma alporquia.
Toriki-momo: O bonsai obtido através da alporquia.
Tsugi-ki: A técnica de se obter um bonsai através de um enxerto.
Tsugi-mono: Bonsai obtido por enxertia.
Tsukami Yose: Mais de uma árvore agarrada a rocha.

U

Uro:
 Concavidade feita ou existente na planta. É um buraco na planta
 indicando que ali existia um galho que apodreceu e caiu.


W

Wabi:
 Auto-suficiente. Completo.
Wabi/Sabi: Termo relacionados ao Zen-budismo, de difícil tradução literal. 
O conceito wabi-sabi representa um visão de mundo japonesa que reconhece 
e admira a beleza das coisas imperfeitas, efêmeras e incompletas.
Y

Yamadori:
 Recolher plantas na natureza para fazer bonsai. Recolhimento na
 Natureza de Bonsai natural antigo.
Yamadori-shitate: Bonsai natural antigo obtido por recolhimento na Natureza
Yobi-tsugi: Enxerto de galho.
Yose-ue: Plantio em grupo de várias árvores em uma bandeja, com a 
aparência de uma floresta.





Fonte: Guto-Bonsai 

segunda-feira, 17 de abril de 2017

OS MAIS FELIZES




OS MAIS FELIZES

As criaturas mais felizes, não são aquelas que têm tudo o que você deseja ter e não tem.
São aquelas que na janta só tomam sopa, por escassez financeira e dizem convictamente, como o grande escritor e educador Rubem Alves dizia que: “Sopa é a melhor comida do mundo, e a comeria com gosto a vida toda”; acho que até por isso setorizou dentro de um restaurante que montou em Campinas-SP, uma - casa de sopas.

Essas mesmas pessoas, adquiriram também o hábito e a técnica de fazer saladas, as melhores saladas com algumas sobras e pedaços de vegetais. Enfim elas sempre procuraram fazer e ver o melhor que lhes chega às mãos. E não é por que viram isso em programa de televisão... Os turnos no trabalho do casal, não lhes fornece tempo para isso. É mesmo por pura necessidade, de pais para filhos e de avós para netos.

Meu velho pai que era sapateiro e celeiro ensinou-me “uma lei de sobrevivência”: quando em casa não havia quase nada para comer 
[ não havia geladeira, nem televisão, nem sofás, o aparelho de mais luxo era um fogão a gás] que mamãe ganhou do filho mais velho - que está hoje com 89 anos. Papai, se em casa tivesse um ou dois ovos, um pouco de farinha de milho, gordura [banha] e sal, alguns pedaços de queijo duro, não sei como... ele fazia bolinhos! Salada, ele fazia de qualquer hortaliça, da pequena horta do quintal. Se por acaso tivesse entrado algum dinheiro da sapataria, ele comprava alguns mantimentos e fazia sua sopa de macarrão no caldo de feijão [com pedacinhos de carne ou linguiça e batatas] e era uma delicia. Papai gostava muito de cozinhar, e nisso aprendi a me virar também.

E ao longo do caminho, nunca me achei menos que ninguém, nem um derrotado crônico sem possibilidades de vencer na vida. Ele mesmo dizia: “O sol nasce para todos, para ricos e para pobres”, e... “A honestidade e a verdade é o carro-chefe da vida, quem tem esses atributos nunca ficará sem guarida”.

Sem nenhuma pretensão de auferir ditames disfarçados em lições - a felicidade geralmente é procurada além-mares, enquanto a perdemos dentro de nós e em nossos lares. Isto quer dizer simplesmente que sempre pomos nossa pretensa felicidade naquilo que não somos e nunca a pomos no que somos e onde estamos. 

Quando temos algo, não lhe damos valor; esse algo pode reluzir para outro e cobiçamos o que está fora de nós, e só daremos valor ao que temos se o perdermos. É um pensamento drástico, mas reflete de modo imediato, o tamanho da felicidade que temos e não a vemos: imagine-se perdendo tudo o que você possui até agora: bens e pessoas que ama.
Há cegos que não querem ver, preferindo se lastimar, contribuindo para um mundo de lamúrias e mais triste. E lamentos não acrescentam um miligrama de simpatia por você. Para estes, parece que só a vida com seus desenlaces conseguem abrir-lhes os olhos, sobre as cinzas do que tinham e perderam.

Escrevi certa vez em uma coletânea de pensamentos que: a felicidade é respirar na superfície. Realmente, se estivermos por circunstâncias várias, no fundo de um abismo ou de um carro que caiu em água profunda e escura, só vamos respirar ao atingir a superfície onde se descortina o planalto ou a margem, e só aí sorrirmos gratos e aliviados.
Em situações mais amenas, a Felicidade é feita de doces e voláteis momentos. Daí o comum ao dizer-se “colecionar os bons momentos, os doces momentos”, para que existam no maior número possível, como em um álbum de figuras.

Felicidade é cultivar como flores os bons sentimentos. Ter um grande amor por alguém, fazer amigos, ter perseverança e fé na existência do Bem. Tome como uma Graça “de graça”, o presente de Deus repleto de seres maravilhosos que você ama e que amam a você também. Veja nisto tudo momentos continuados de felicidade, aceitando as dádivas que lhe chegam. Goste da Vida como dom, e de sua vida pessoal, e do espaço que você ocupa no mundo como ser único, ímpar, sem igual.

Todos nós passamos por situações as quais imaginamos que entramos em um túnel sem saída, mas senti-me gratificado por possuir a atitude mental da razão positiva - nos piores momentos da vida - mas que me vieram na medida certa. Como uma luz na escuridão, uma forte corda como auxiliar para sair do abismo. Ao sair à superfície senti-me mais habilitado ao enfrentamento das armadilhas e com abençoado direito de receber sempre mais força para vencer.

Se não tenho tudo o que quis, dou graças e amo tudo o que tenho: amor, amizades, filhos e netos, fé no Eterno Pai e Sua distribuição dos Talentos [Parábola de Jesus] que se me torna o suficiente para a Felicidade humana tão limitada pelo Tempo.


NATUREZA: INCRÍVEIS IMAGENS DE UM VULCÃO EM ERUPÇÃO CAPTADAS NA GUATEMALA


Posted: 16 Apr 2017 05:47 AM PDT
Albert Dros, um fotógrafo holandês especializado em paisagens, já pode acrescentar uma “série de fotos perfeitas” em seu portfólio.
Sua fascinação pela natureza o levou até uma cidadezinha chamada Antigua Guatemala, na Guatemala, para fotografar o vulcão ativo Fuego, que entrou em erupção.
Mas, para Albert, a tarefa era ainda mais ambiciosa.
Seu objetivo, na verdade, não era apenas capturar a fúria do vulcão, mas também alinhá-la à Via Láctea e, assim, criar um cenário único.

Planejamento é a fórmula do sucesso

O fotógrafo planejou tudo o que teria que fazer para alcançar o seu objetivo, usando as ferramentas que tinha, semanas antes de partir para a Guatemala.
“Primeiro, usei Photopills (aplicativo para planejar fotos de paisagens) para descobrir a posição da Via Láctea. Depois, usei as ferramentas que encontrei online para conhecer melhor o vulcão por meio de imagens, registros de atividades recentes e webcams.
Por último, liguei várias vezes para a estação de meteorologia local, quando cheguei no país, para obter recomendações sobre as condições climáticas acima de 3 mil metros de altura. Só parti para tentar minha sorte com meu objetivo quando a previsão era de céu limpo em combinação com várias outras atividades.”

A lista de 4 fatores de Albert Dros

O fotógrafo fez uma lista com os 4 fatores essenciais para que ele obtivesse sucesso em sua empreitada:
  1. A data certa em que a Via Láctea surgiria próxima ao vulcão Fuego, vista do vulcão Acatenango. Isso aconteceu no final de março;
  2. Uma noite de céu limpo, sem nuvens;
  3. Proximidade à lua nova para melhor visibilidade das estrelas;/li>
  4. E o mais importante: sorte para conseguir boas erupções de lava na hora em que as estrelas estivessem aparentes e mostrassem o contraste enorme que esperava capturar com suas lentes.
Para conseguir a foto perfeita, o fotógrafo teria que estar atento durante o momento mais escuro do pôr do sol e o momento mais claro do nascer do sol.

A escalada até o vulcão Acatenango

Depois de uma escalada bastante íngreme, Albert chegou ao topo do vulcão Acatenango no dia seguinte.
Por ter chegado antes do pôr do sol, havia muitas nuvens no céu, o que dificultava a visão do vulcão Fuego.
No entanto, as nuvens se moviam rapidamente e, por causa de seu planejamento, Albert sabia que o céu ficaria limpo.
“Quando vi o Fuego em erupção e o som poderoso que ele produzia, fiquei paralisado. Foi incrível. Era literalmente uma das coisas mais impressionantes que eu já havia visto na natureza. As fotos finais foram o resultado de planejamento e sorte!”

Prepare-se para uma overdose de beleza

Ajude-nos a espalhar a beleza da natureza!

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domingo, 16 de abril de 2017

OBRAS DE CADA DIA





domingo, 16 de abril de 2017



16 de abril de 2017


KNUD EDSBERG - Vacas no pasto - Óleo sobre tela - 51 x 71 - 1953