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domingo, 1 de abril de 2018

COISAS QUE FAÇO, ME DÃO PRAZER E ME AJUDAM A VIVER


Desenhos técnicas diversas em P&B ou a cores pastéis







Literatura








Palestras literárias

Pinturas a óleo sobre tela







Bonsai



Teatro [autor]



sexta-feira, 30 de março de 2018

terça-feira, 27 de março de 2018

SOMOS INSTANTES



Instamos constantemente 
a longevidade, 
mas só temos a premência 
da brevidade
 de uma ínfima fração do tempo 
nos concedida do prolatar 
da eternidade...
[m.m.s] 

domingo, 4 de março de 2018

ÁRVORE - DE TI SE FEZ A CRUZ





ÁRVORE - DE TI SE FEZ A CRUZ

Neste meu buscar, de saber tão pouco
De versos fazer - sou um eterno aprendiz...
Falar de árvores? O gênio se faz mouco;
Insisto: - Pinheiros! Qual! Nada ao poeta diz.

Tanto pedi um pinheiro para a passarada:
Sendo um bem alto como sempre quis;
Mas é na pitangueira de beira-de-estrada
Que se juntam todos, mais os bem-te-vis.



Serei como eles, não é a madeira que seduz,
Todos os pássaros para os céus desejam alçar,
Não sabemos de qual madeira se fez a Cruz,
Mas que, quem nela morreu, foi para nos salvar.

As árvores são emblemáticas e metafóricas...
“Pássaros do céu olhai, olhai dos campos os lírios”,
São do Mestre tais parábolas, lindas e históricas,
Olhai os braços da araucária e vede se não são círios!

Árvores pilares da Terra, sem vós não viveremos;
Sois integrantes e efetivas na manutenção da água,
Carece-nos seca cruel para que de ti lembremos.

Feliz por haver quem as ame muito e de verdade...
O amigo Rubem Alves antes de seu voo ao céu alçar,
Plantou para si um Ipê Amarelo, em sua propriedade.

quinta-feira, 1 de março de 2018

MARIA FUMAÇA FEITA DE LATA












Maria-fumaça feita de lata...

Por que as velhas “maria-fumaça”
Levam-me à infância de tão longe data?
Teria um atávico amor em minha raça,
Impelir-me a conduzir um trem de prata?

E por que um velho castelo medieval
Povoa de sempre meu pensamento,
A imaginação se esvai de todo o trivial,
Tudo se desbarata ao mando do Tempo?

O risco feito com o dedão do pé era o trilho,
Os vagões: latas de óleo e lata de sardinha,
Castelo de seixos, torre de sabugo de milho.

A pena desta saudade, não mal me trata,
Pois, a infância e eu temos hoje igual data,
Mudam meu trem de lata em ouro e prata!

[M. Martins Santos]




terça-feira, 27 de fevereiro de 2018