Se crees verme entre flores al amanecer,
Incitando en tu alma placer
Ha sido el viento
Si en tu noches de insomnio
Desear tenerme
Y sientes calor que te aprisiona,
Ha sido el viento.
Si lloras la ausencia de un querer
Provocandote tristeza,
Ha sido el viento
Descubrirás en tus dias,
Al amanecer, en horas de insomnio,
Que la distancia podrás tenerme.
El viento soy, acariciándote.
AMIGO
Amigo distante
Te siento en mi siempre
Apoyo constante
Te tengo, me tienes.
Almas entrelazadas
Sentimientos que florescen
Espiritus que se unen
Que comparten por siempre.
sexta-feira, 23 de março de 2012
sexta-feira, 16 de março de 2012
PENSAMENTOS
Sem cultura moral não haverá nenhuma saída para os homens.
(Albert Einstein)
Sem cultura moral não haverá saída para os homens. Desesejo citar só uma civilização e sociedade : a romana. (///.S@//tºs)
É o caso: todo brasileiro é "um técnico de futebol" em potencial e as pessoas não abrem mão de seu profundo conhecimento. Em muitos campos as pessoas presumem saber de tudo. Como se trata de presunção, o resultado de suas conclusões só podem ser "pareceres". E, parecer não determina ou define nada. Não é lei, como diz, é um parecer, parece que...mas não é. A lei deve estar prenhe de justiça e o substantivo processo grávido da verdade comprovada e escrita nos autos.
O que não está nos autos não está no mundo.
(brocardo jurídico)
Pensamentos despenteados para dias de vendaval.
(Site Burburinho)
Sequelas, não se pode viver com elas, não se pode viver sem elas.
A probalidade não tem memória. Cara ou coroa. Se na primeira vez deu cara, não quer dizer que na segunda vá dar cara de novo.
Missão da ONU é como bandeide para hemorragia.
(Ricardo Bonalume Neto - Missão Caribe Btl Brasil - Tropas de paz)
Quando Evo Morales foi expulso do parlamento, neste mesmo lugar de aspecto pomposo em 22 de janeiro de 2006, quatro anos após o bota fora político, Evo Morales foi empossado presidente da Bolivia.
Na época da expulsão um deputado indígena era algo assim tão bizarro e raro como um cachorro verde.
Evo Morales disse: "Mil vezes já vi, li e ouvi: a Bolívia é um lugar incompreensível, ingovernável, intrarável, inviável. Os jornalistas que o dizem se enganaram de "in": deveriam confessar que, para eles a Bolívia é um país invisível."
(Evo Morales
(Albert Einstein)
Sem cultura moral não haverá saída para os homens. Desesejo citar só uma civilização e sociedade : a romana. (///.S@//tºs)
É o caso: todo brasileiro é "um técnico de futebol" em potencial e as pessoas não abrem mão de seu profundo conhecimento. Em muitos campos as pessoas presumem saber de tudo. Como se trata de presunção, o resultado de suas conclusões só podem ser "pareceres". E, parecer não determina ou define nada. Não é lei, como diz, é um parecer, parece que...mas não é. A lei deve estar prenhe de justiça e o substantivo processo grávido da verdade comprovada e escrita nos autos.
O que não está nos autos não está no mundo.
(brocardo jurídico)
Pensamentos despenteados para dias de vendaval.
(Site Burburinho)
Sequelas, não se pode viver com elas, não se pode viver sem elas.
A probalidade não tem memória. Cara ou coroa. Se na primeira vez deu cara, não quer dizer que na segunda vá dar cara de novo.
Missão da ONU é como bandeide para hemorragia.
(Ricardo Bonalume Neto - Missão Caribe Btl Brasil - Tropas de paz)
Quando Evo Morales foi expulso do parlamento, neste mesmo lugar de aspecto pomposo em 22 de janeiro de 2006, quatro anos após o bota fora político, Evo Morales foi empossado presidente da Bolivia.
Na época da expulsão um deputado indígena era algo assim tão bizarro e raro como um cachorro verde.
Evo Morales disse: "Mil vezes já vi, li e ouvi: a Bolívia é um lugar incompreensível, ingovernável, intrarável, inviável. Os jornalistas que o dizem se enganaram de "in": deveriam confessar que, para eles a Bolívia é um país invisível."
(Evo Morales
O GAVIÃO E A FLECHA (Adaptação de ///@//rº S@//tºs)
O curumim aprendiz de caçador, enverga seu arco e atira.
A flecha leva a alma do aprendiz em seu caminho de traçante reto e voa zunindo, sem a maldade inata dos homens, mas ligeira em direção ao seu alvo, um robusto e vivaz gavião-campeiro.
A flecha do indiozinho crava firme por entre as ruivas penas do imponente peito do gavião.
- Boa aprendizagem curumim, está cada vez melhor com seu arco! - Diz o gavião. A questão não é morrer por sua flecha curumim, pois que todos os viventes um dia serão mortos. O triste e até irônico é tua flecha ser guiada pela minhas próprias penas...
O curumim aprendiz de caçador, enverga seu arco e atira.
A flecha leva a alma do aprendiz em seu caminho de traçante reto e voa zunindo, sem a maldade inata dos homens, mas ligeira em direção ao seu alvo, um robusto e vivaz gavião-campeiro.
A flecha do indiozinho crava firme por entre as ruivas penas do imponente peito do gavião.
- Boa aprendizagem curumim, está cada vez melhor com seu arco! - Diz o gavião. A questão não é morrer por sua flecha curumim, pois que todos os viventes um dia serão mortos. O triste e até irônico é tua flecha ser guiada pela minhas próprias penas...
quarta-feira, 7 de março de 2012
Mini Conto
Quantos anos já se passaram de nossa última despedida. Do último beijo, onde senti o profundo desdém de sua parte.
Ofertou-me no último adeus uma boca fechada e seca, rígida, sem um mínimo tremor; sem nenhuma presença interior ou qualquer vestígio de sentimento. Melhor, sem qualquer bom sentimento que pudesse dirimir minha dor.
O inacreditável é para onde foi aquela paixão que surgiu de você e em você, e, veio atingindo-me gradativamente?
Para onde foi a paixão que surgiu como um vendaval, que cresceu tanto com sua conquista a mim, arrostando tudo? Chegou como se fosse um ciclone seguido da forte tempestade e se foi como um nada...
Após aquele momento restou o silêncio, uma triste e temerária calmaria. Não a esperada, desejada, mas aquela que se acompanha da apreensão de que a qualquer instante algo mortal aconteceria. E aconteceu!
Você, aquela deusa, que incorporava uma forma de violenta paixão, de repente se cobriu de névoa.
Jurei e juro por tudo, que tentei entender sua atitude e até hoje não consigo...Eu nada mais representar para você!
Como a vida é estranha, se assemelha a uma ficção! Surpreendente em suas manifestações mais incompreensíveis.
O que realmente houve todo o tempo? Existiu paixão de fato ou tudo está ao sabor das dissidências dos sentimentos? Será que a paixão demais, cega o amor de verdade? Enlouqueceu o amor?
Confesso, sempre a via antes de tudo começar, nunca lhe tivera atenção e agora morria ao vê-la enclausurada naquela mortal indiferença...
Quem viveu todo um imenso sentimento que cresceu regado por amor e paixão, ver escapar-lhe como areia fina da praia pelos vãos dos dedos sem nada poder fazer, já sofreu o frio da morte, foi para outra dimensão, já não é mais o mesmo.
Mais tarde, muito mais tarde retornei à chamada vida. E, às vezes conto histórias que parecem ter pertencido a uma outra existência.
Mauro M. Dos Santos - ///@//rº S@//tºs
Ofertou-me no último adeus uma boca fechada e seca, rígida, sem um mínimo tremor; sem nenhuma presença interior ou qualquer vestígio de sentimento. Melhor, sem qualquer bom sentimento que pudesse dirimir minha dor.
O inacreditável é para onde foi aquela paixão que surgiu de você e em você, e, veio atingindo-me gradativamente?
Para onde foi a paixão que surgiu como um vendaval, que cresceu tanto com sua conquista a mim, arrostando tudo? Chegou como se fosse um ciclone seguido da forte tempestade e se foi como um nada...
Após aquele momento restou o silêncio, uma triste e temerária calmaria. Não a esperada, desejada, mas aquela que se acompanha da apreensão de que a qualquer instante algo mortal aconteceria. E aconteceu!
Você, aquela deusa, que incorporava uma forma de violenta paixão, de repente se cobriu de névoa.
Jurei e juro por tudo, que tentei entender sua atitude e até hoje não consigo...Eu nada mais representar para você!
Como a vida é estranha, se assemelha a uma ficção! Surpreendente em suas manifestações mais incompreensíveis.
O que realmente houve todo o tempo? Existiu paixão de fato ou tudo está ao sabor das dissidências dos sentimentos? Será que a paixão demais, cega o amor de verdade? Enlouqueceu o amor?
Confesso, sempre a via antes de tudo começar, nunca lhe tivera atenção e agora morria ao vê-la enclausurada naquela mortal indiferença...
Quem viveu todo um imenso sentimento que cresceu regado por amor e paixão, ver escapar-lhe como areia fina da praia pelos vãos dos dedos sem nada poder fazer, já sofreu o frio da morte, foi para outra dimensão, já não é mais o mesmo.
Mais tarde, muito mais tarde retornei à chamada vida. E, às vezes conto histórias que parecem ter pertencido a uma outra existência.
Mauro M. Dos Santos - ///@//rº S@//tºs
segunda-feira, 5 de março de 2012
Os melhores amigos prestam atenção às coisas que você não diz.
Se você viver cem anos, eu quero viver cem anos menos um dia, assim nunca terei de viver sem você.
A amizade é um espírito em dois corpos.
Um amigo é alguém que sabe a canção de seu coração e pode cantá-la quando você esquecer a letra.
Que o sucesso de todos reflita a capacitação individual. (Silva Lopes)
Um texto fora de contexto se torna pretexto para uma doutrina de homens.
Não fique triste por envelhecer, muitos não tem esse privilégio.
A vida é um mistério para ser vivido. Não um enigma para ser resolvido.
Todos vivemos sob o mesmo céu, mas ninguém tem o mesmo horizonte. (Konrad Adenauer)
O horizonte é muito mais do que é visto de sua janela
Se você viver cem anos, eu quero viver cem anos menos um dia, assim nunca terei de viver sem você.
A amizade é um espírito em dois corpos.
Um amigo é alguém que sabe a canção de seu coração e pode cantá-la quando você esquecer a letra.
Que o sucesso de todos reflita a capacitação individual. (Silva Lopes)
Um texto fora de contexto se torna pretexto para uma doutrina de homens.
Não fique triste por envelhecer, muitos não tem esse privilégio.
A vida é um mistério para ser vivido. Não um enigma para ser resolvido.
Todos vivemos sob o mesmo céu, mas ninguém tem o mesmo horizonte. (Konrad Adenauer)
O horizonte é muito mais do que é visto de sua janela
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
MEIA IDADE É QUANDO SABEMOS TODAS AS RESPOSTAS E NINGUÉM
NOS
PERGUNTA NADA.
TRECHOS
"Ao nasceres tinhas o prefigurado rosto
Que hoje terias se houvesses sido tu mesmo
No tempo singular de tua vida.
Mas vivestes o relógio, não teu tempo
e agora vê teu rosto:
o que dele te resta é a desfigurada
sombra do primeiro rosto
que não soubeste ter,
nem mereceste
Eu sou a metáfora de mim.
Por isto, quando eu morrer
morrerá meu poema.
Restarão apenas palavras
sem sentido,
formas tornadas vãs de um mistério
Cuja chave perdida para
sempre
No silêncio de morte
Ninguém encontrará"
Extraído de "Poemas", de Daniel Lima
***********
Quando estou só
Às vezes só, cheio de meu desgosto...
Pensando fugir para bem distante,
medito nas maravilhas da natureza,
Nas flores que brotam; sem lágrimas no rosto!
O sussurrar do vento nas ramagens,
O doce sorriso se uma memiga mulher,
Com mil segredos contados nas folhagens.
Brota em mim serena paz que o íntimo quer...
Uma rosa que brota na noite azulada,
Seu perfume sob o luar chega aos céus;
Seu olhar passivo voa, vaga ao léu,
Com nas velhas histórias de fadas encantadas.
Quanto daria para que senhor fosse do destino
Traçaria bem longa uma estrada,
Caminharia em busca da mulher amada
Para sorrindo e amando vê-la no fim do caminho.
Mauro Dos Santos - AGL *(Academia Guaçuana de Letras)
When I'm alone.
When I'm alone.
Full of my sorrow
I think of going to a place
Where there is tomorrow
And the wind blows through the leaves,
Just like the smile of a miss
With the thousand secrets told by the trees
Growing in me, eternal peace.
A rose that grows under the blue night,
Your perfume under the moon reaches the sky
Your look passively flies away
Just like the old stories of knights.
Much of me I would give to control fate
I'd take a very long road
I'd walk in search of the woman I love
Smiling and loving to see her in the end of the way.
Mauro Dos Santos - AGL
CUANDO ESTOY SOLO
A veces solo, lleno de mi disgusto...
Pensando huir para muy lejos,
Medito en las maravillas de la naturaleza,
En las flores que brotan, sin lágrimas en el rosto.
El susurrar del viento en el ramaje
La dulce sonrisa de una suave mujer,
Con mil secretos contados en el follaje,
Bota en mi serena paz que quisiera tener.
Una rosa que brota en la noche azulada,
Su perfume bajo la luna llega al cielo,
Tu mirada pasiva vuela, devanea sin elo,
Com en las viejas historias de hadas encantadas.
Cuanto daría para que señor fuera del destino.
Una larga ruta yo haría
En busca de la mujer amada caminaría,
Para sonriendo y amando verla al fin del camino.
Mauro Dos Santos - AGL
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